Vamos alimentar o que é maldade

23.Jul.2007 @ 9:24 pm
Arquivado em Cotidiano
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Fosse eu perfeito, teria mais tempo para tudo. Mais tempo para ficar com as pessoas, mais tempo para ficar sozinho, mais tempo para fazer o que deve (devia) ser feito.

Usei a tag vidinha mais ou menos neste post. Minha vidinha nem é tão mais ou menos assim: faço o que mais gosto, tenho vida social na medida em que acho razoável, tenho família, namorada, o cardiologista disse que posso continuar a comer batatas fritas. Não é nenhuma tragédia.

Aliás, sabe a diferença entre acidente e tragédia?

Acidente é um evento infeliz. Um avião que não consegue frear, bate num prédio e mata quase 200 pessoas é um acidente.

O termo tragédia vem dos gregos. Surgiu no teatro como denominação das histórias em que, não importando a escolha que fizessem, as personagens da peça se davam mal. A velha história do ruim com, pior sem.

Minha vida não é uma seqüência de tragédias. Longe disso. Tem uma aqui, outra acolá, mas são raras.

De fato, raríssimas.

Mas há algo se avizinhando. Em breve, detalhes.

Ou não.

13 Comentários

  1. Carla

    Não posso concordar com a frase “não importando a escolha que fizessem, as personagens da peça se davam mal”.

    Sempre há uma escolha que nos leva ao mal menor, ao menos pior.
    Eu, quase sempre, consigo optar pelo mal menor. Exemplos? Alice, a minha separação… “Tragédias”, mas acho que fiz as escolhas menos piores pra todos.

    Comentado em 24.Jul.2007

  2. marcus

    Sempre há uma escolha que nos leva ao mal menor, ao menos pior.

    Ou seja, não importando a escolha, ela é sempre ruim. Qualquer que seja a escolha feita, sempre há perda. Uma das escolhas pode parecer a menos errada, mas ainda assim é um escolha ruim.

    Comentado em 24.Jul.2007

  3. dri

    marcus,
    é como se eu conhecesse seu blog desde 2004.
    sem maiores detalhes, agradeço por me proporcionar boa leitura e, indevidas, sequências de risadas fora de hora no trabalho.

    é o que faço o dia todo das 9h às 18h desde a semana passada, quando descobri esta página através do gugôu (já que procurei por “críticas favourite worst nightmare”).

    é isso aí, a grande abóbora!

    Comentado em 24.Jul.2007

  4. marcus

    Que bom que tu gostou, dri. Fico muito feliz com isto =)

    Comentado em 24.Jul.2007

  5. Éver

    Que cara de pau ! Ele mesmo se elogia e agradece… DRI só pode ser um pseudônimo do MARCUS. Heheh

    Comentado em 24.Jul.2007

  6. dri

    haha pior que não éver
    pra vc ver como meu trabalho me proporciona horas de entretenimento, cá estou mais uma vez!

    e ratifico, o ego do marcus inflará ainda mais, como-indie-chata-arrogante-que-sou concordo com 90% das (in)utilidades postadas.
    falei.

    Comentado em 24.Jul.2007

  7. Gabriela

    Mas e se a vida fosse toda feita apenas de coisas boas… será que viver não seria algo completamente sem graça? :P

    Comentado em 24.Jul.2007

  8. Éver

    taí… tá comprovado ! Só o MARCUS mesmo pra usar a palavra RATIFICO !

    Comentado em 24.Jul.2007

  9. dri

    hahahah
    me apresento esta noite, assim que chegar em casa e tiver acesso à futilidades da web ;)

    Comentado em 24.Jul.2007

  10. marcus

    Gabriela, se fosse desta forma, bastaria atingir níveis de coisas boas cada vez maiores. Assim, a vida não perderia a graça =P

    Comentado em 24.Jul.2007

  11. marcus

    A apresentação será com fotos, dri?

    Comentado em 24.Jul.2007

  12. Gabriela

    Faz sentido :) Ah, mas tem que ter um pouquinho de emoção e risco (tipo, eliminar as tragédias, mas manter os ‘acidentes’/casos fortuitos não tão trágicos…)

    Comentado em 24.Jul.2007

  13. dri

    vide comentário: futilidades da web.
    não poderia ser algo muito diferente do orkut, tentarei achá-los.

    Comentado em 24.Jul.2007

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