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Saiu, no Rapadura Açucarada, uma das maiores obras em quadrinhos de todos os tempos: Sandman. A história de Morpheus, enfim, vai poder ser lida por mim sem ter que gastar um centavo. Espero que um dia eu possa comprar todas as 75 edições.
Sim, apenas 75 edições que provocaram um tremendo frisson no mundo quadrinhístico. Neil Gaiman recebeu o título e disse que sua história seria contada em 75 edições. E foi contada assim, apesar da DC Comics pedir várias vezes por novos números.
Por enquanto eles postaram as primeiras 7 edições, que completam o primeiro arco de histórias. Ainda não comecei a ler, mas pretendo iniciar em breve. Aliás, tenho muitos quadrinhos escaneados atrasados para ler. Crise nas Infinitas Terras, Hard Boiled, 100 Balas, Authority, The Dreaming… muita coisa. Tenho que começar de uma vez.

Ele não é a cara do Robert Smith?
Vá até 22 de agosto e conheça os outros perpétuos.
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Ah, lá tem Preacher também. O cara que tem a palavra de Deus.
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Terminei de ler Esaú e Jacó, do Machado de Assis. Não é tão bom quanto Dom Casmurro ou Memórias Póstumas de Brás Cubas, mas quebra o galho. Melhor do que Eça de Queiróz é. O livro conta a história de dois gêmeos, Pedro e Paulo, e da competição em que eles vivem desde a gestação. Vai do tempo de feto até a vida adulta deles. Pretendo começar a ler Memorial de Aires semana que vem. Aires é um dos personagens do livro anterior. Na verdade, é o personagem mais interessante do livro. Seu Memorial é uma parte do diário que escreveu durante sua vida, na efervecência da década de 80 do século XIX.



