Lembra? As pessoas usando com suas roupas, do vermelho canalha ao verde cretino, estavam todas lá. Ele não se escondia; apenas procurava por algo que, a princípio, não estava lá (ainda). Ou não. Ou sim.
A ressaca moral dele não foi há exata uma semana. Ocorreu cinco dias, enquanto ouvia (e havia) uma Alma de Borracha. Hoje já não é mais a borracha, mas sim a alma. Uma alma forte, intensa, vermelha e apaixonada, vermelha e canalha.
Monotrematas são esquisitos, mas são bons companheiros. São os seres mais inteligentes do planeta, após os ratos e os golfinhos. São inteligentes por viverem na Austrália.
Adeus, e obrigado pelos peixes.
Na realidade, ele não sabe. Nós não sabemos. Ele só sei que um ateu vivendo no paraíso e falando em alma é uma contradição per se, mas foda-se. Deixa passar .Eu deixo. Ninguém viu ou leu estas baboseiras.
O uso contínuo de expressões em latim pode causar dependência.
O maior truque do Diabo foi convencer o mundo que ele não existia.
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2 comentários Comentários e trackbacks estão fechados no momento.
Ah-ha! Eu sei que o diabo existe, que o mal existe. Meio esotérico teu post e teu blog não está atualizando na minha lista. Que coisa! Deve ser coisa do diabo!
este post foi totalmente inesperado e não se encaixa mesmo nada com tudo o que já li por aqui.
mas é bom mudar, claro.
e ah, preciso falar com você.