Sobre a imortalidade

Não há méritos morais ou intelectuais. Homero compôs a Odisséia; postulado um prazo infinito, com infinitas circunstâncias e mudanças, o impossível seria não compor, sequer uma vez, a Odisséia. Ninguém é alguém, um só homem imortal é todos os homens. Como Cornélio Agripa, sou deus, sou herói, sou filósofo, sou demônio e sou mundo, o que é uma fatigante maneira de dizer que não sou.

Jorge Luis Borges, no conto O Imortal, do livro O Aleph.

Que tal compartilhar este texto com seus amigos? É só clicar nos botões abaixo e divulgar!

Comments Off
  • Institucional

    A Grande Abóbora, o blog do Marcus.

    Uma explosão de sabor.

    Saiba mais sobre mim lendo meu about.

    Ou não.