Então hoje eu decidi vir ouvindo Miles Davis.
Tirando o fato de que na última hora e meia me pareceu estar ouvindo sempre a mesma música, até que jazz não é tão ruim assim.
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12 comentários Comentários e trackbacks estão fechados no momento.
não posso opinar porque nunca ouvi jazz a sério. o que eu ouvi realmente soou como a mesma música, tudo igual, mas é só porque eu sou leiga, acho. por acaso mandaram-me uma música do charlie parker ontem mesmo, ouvi uma vez só e não prestei muita atenção. meu tio tem aquela coleção da história do jazz, penso que é uma boa hora pra vê-la, fiquei curiosa.
http://www.johncoltrane.com/
Hmmm… quem sabe tua alma ainda tenha salvação.
qual álbum? o kind of blue é considerado o melhor álbum jazz de sempre. eu discordo – não porque conheça muito de jazz, mas porque o a love supreme do jhon coltrane é melhor
Kind of Blue, Birth of Cool e (é sério!) Tribute to Jack Johnson.
O QUÊ? tribute to jack johnson?
eu reli umas cinco vezes e ainda acho que devo ter entendido errado.
sim, qual álbum – miles davis tem milhentos álbuns, andré. podia ter sido o cellar door sessions, purizemplo, que saiu agora… ouve com atenção a blue in green, a terceira ou quarta música (se não me engano…). é muito boa. o álbum foi gravado sem qualquer tipo de concordância entre os músicos. o miles fechou cada um na sua sala e mandou-os tocar o que quisessem. depois juntou os sons, e aí está o trabalho que estás a ouvir. tipo trout mask replica, mas em jazz.
Bia, não é o Jack Johnson que tu está (e eu também estava, no início) pensando. É um outro Jack Johnson. Este ao qual o Miles se refere é um boxeador negro norte-americano que iniciou a carreira no final do século XIX.
Tipo, a idéia é legal sim, mas não achei tão genial, e não gostei muito tb do jeito que foi escrito, sei lá…
Acho que uma idéia dessa poderia render um conto melhor… mas isso é só questão de opinião, claro.
Realmente não gostei muito do Pierre Menard, mas em compensação estou gostando de As Ruínas Circulares. Agora sim tá começando a valer a leitura… :smile:
Aproveitando que o Rubens falou em literatura, lembrei de outro “autor definitivo”: Gabriel Gárcia Márquez.
García Márquez e Cortázar são dois autores que eu deveria ler e ainda não li.
ah bom. bem que eu pensei que devia ter algo de errado.