Depois do congresso e das refeições, a tarde do meu último dia em Gramado foi reservado para turismo. Passear mesmo. Apenas minha namorada e eu.
A primeira parada digna de nota ocorreu no laboratório do cientista pirado Wayne Szalinski. A nossa dupla do barulho aprontou muitas confusões, graças à máquina maluca que ele inventou.

Wayne Szalinski em seu laboratório: “Querida, Estiquei os Turistas”
Da mesma forma que havia feito com seu bebê, ele nos deixou gigantes e, assim, rolaram altas emoções do começo ao fim da experiência:

Mariane aterrorizando os nativos

Mariane aterrorizando os nativos novamente

Mariane aterrorizando os nativos mais uma vez
Ah, enganei vocês! Ninguém nos deixou gigantes. Era só o Mini Mundo, um parque com miniaturas de vários lugares do mundo, principalmente da Europa. Além de ver as miniaturas, é possível tirar uma foto com o Gui:

Gui e Mariane
Vocês sabem quem é o Gui? É quem está à esquerda na foto.
Mas o Mini Mundo não é um lugar isolado. Ele comporta um aeroporto exclusivo para ele, com uma pista quase tão grande quanto a de Congonhas:

Pista curta

Socorro! Meu vôo!

Vôos diários entre Bariloche, Gramado e Lilliput
Uma coisa me intrigou no Mini Mundo. Será que eles ainda não pensaram em fazer o Mini Mundo do Mini Mundo? Tipo um Mini Mini Mundo? E dentro do Mini Mini Mundo construir o Mini Mini Mini Mundo? E ir fazendo uma recursão até chegar em pessoas do tamanho de átomos?
Eu apóio esta idéia.
Após esta deliciosa viagem ao redor do mundo dos pequeninos, fomos a vários museus. Na realidade a três e nenhum muito grande.
O primeiro em que fomos era o Museu do Perfume. Além de embalagens de perfumes famosos, vimos um vídeo educativo muito interessante. Vocês qual a fórmula do Chanel Nº5? Nem eu, mas tem várias coisas na composição. Dentre elas, tem um pouco de gordura perineal da civeta africana (Civettictis civetta), animal típico do leste da Ãfrica, e âmbar. Mas não é o âmbar seiva que aprisiona insetos descuidados e depois se fossiliza. É o âmbar secreção intestinal de cachalote. Ou seja, o Chanel Nº 5 nada mais é que uma mistura da gordura do cu de um gato selvagem da Etiópia misturado com vômito de cachalote.

Sim, é a gordura do fiofó deste animal
E vocês achando que perfumes caros eram feitos só com materiais chiques.
Depois ainda fomos ao Museu do Chocolate, onde só tem chocolate velho, e ao Museu Medieval, onde eu peguei no machado.

Praticamente um bárbaro visigodo
Programa bem gostosinho. Não fosse o fondue, ainda teríamos ido ao Museu do Automóvel.
Que fondue? Pra saber, só lendo o próximo post ;-)


Carla
Eu tenho fotos de bebê no mini mundo, hahahaha.
Mas como peguei raivinha de Gramado/Canela na aborrescência, perdi a oportunidade de tirar essas fotos divertidas :/
Comentado em 22.Ago.2007
trixie
não, sério mesmo, acho que eu é que tou muito idiota hoje porque mijei de rir do começo ao fim do post. menos a parte do perfume, essa foi tensa, momento-revelação-bombástica, mas eu já tava ligada que eles usam umas paradas bizarras assim e acho bem… exótico!
Comentado em 22.Ago.2007
j. noronha
Por falar em perfume, já assistiu O Perfume? Recomendo.
Dica de Gramado. Evite com todas as forças aquele café colonial que não mencionamos o nome logo na entrada da cidade, próximo ao Igrejão.
Comentado em 23.Ago.2007
mari
ainda nao sei como permiti publicar a foto com o gui : P
Comentado em 23.Ago.2007
tina oiticica harris
A revelação sobre o Chanel numero 5 li várias vezes no tempo de “O Cruzeiro” e “Manchete”.
O mais importante em um perfume é se o Nariz da Maison Chanel e das outras apova o aroma de seus perfumes ou não.
Feliz felino que huele fino.:grin:
Comentado em 23.Ago.2007
Eliane!
Sim! Tudo em Gramado é maravilhoso. Na verdade, a Serra em si é um lugar muito lindo.
:)
Comentado em 23.Ago.2007
tina oiticica harris
Hey, maybe Chanel should have been called Catyewww!
Cool stuff!
– Nicolas
Comentado em 23.Ago.2007