Não sei bordar, não sei costurar, não sei tricotar, não sei crochetar e dependo da minha mãe pra pregar os botões das minhas camisas. Não pinto, não desenho, não danço, não canto e não toco nada, mas gosto de histórias em quadrinhos e música pop, onde o meu pop significa algo diferente do pop da maioria. Gosto de fotografar e de fotógrafos, principalmente Sebastião Salgado e Henri-Cartier Bresson. Leio menos do que gostaria e mais do que a maioria, mas adoro TER livros. Adoro tecnologia. Se for digital, é comigo. Mas ainda prefiro o som de guitarras vintage plugadas em amplificadores valvulados e pedais analógicos. Sou de peixes, o que quer que isso signifique. Meu senso estético é volátil. Já tive cabelos curtos, compridos, curtos, compridos novamente, curtos, compridos mais uma vez e atualmente são curtos sem corte definido. Meu peso está dentro do normal, mas quero baixar um pouco mais meu percentual de gordura corporal. Bom de garfo quando a comida é boa, onde por boa entenda-se churrasco, sushi e pizza. Não dou conselhos, nem os peço. Não tenho muito dinheiro, mas sempre tenho algum. Não peço e nem empresto-o pra ninguém. Amar é bom. Muito bom. Vivo no Rio Grande do Sul. A vida geralmente é cruel. Presentear, quando vem acompanhado de um brilho nos olhos ao ver o embrulho e de um sorriso ao abri-lo é melhor do que receber. Eu mordo só uma pessoa.
Inspirado pelo Inagaki.
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