Esta história de negros, gays, índios, pobres, retardados, mulheres, anões, minorias religiosas, jogadores de pólo aquático e similares procurarem direitos diferenciados perante à lei não vai acabar bem.
Se continuar assim, daqui a pouco eu fundo uma ONG pra defender os meus direitos, pois parece que ser branco, heterossexual, classe média, com QI acima de 130, de estatura mediana, ateu e com razoável cultura é uma afronta à sociedade brasileira.
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2 comentários Comentários e trackbacks estão fechados no momento.
Minorias devem lutar para abolir restrições de direitos e não para criar novos que apenas as favoreçam.
Temos que diferenciar ongs que lutam por verdadeira igualdade daquelas assistencialistas.
Depois de ateu, vc se descobrirá um liberal, nao no sentido pejorativo dado por aqui.
As minorias não querem igualdade. Querem superioridade. Tipo como fosse uma forma um tanto cretina mas “totalmente justa” de equilibrar a balança por tantos anos/décadas/séculos de inferiorização e tal.