Um dos sintomas mais evidentes da pobreza cultural de nosso tempo é o interesse pelos anos 60 e 70, um dos períodos mais abomináveis da história da humanidade.
Como alguém pode não gostar do Diogo Mainardi?
Um dos sintomas mais evidentes da pobreza cultural de nosso tempo é o interesse pelos anos 60 e 70, um dos períodos mais abomináveis da história da humanidade.
Como alguém pode não gostar do Diogo Mainardi?
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Ora essa, porque ela fala sobre pobreza cultural e não menciona em nenhuma linha a década de 80
eu ainda prefiro a fantástica definição que ele faz dos e-readers.
Não lembro desta definição. Refresque-me a memória.
Polemizar gratuitamente, mas “ganhando um bom dinheirinho” da Globo News e da Veja, e sem conhecer direito o nosso país, do qual fala, pois mora na Itália. Essa é a vida desse sujeito. As culturas brasileira e mundial dos anos 1960 e 1970 são ricas em todas suas linguagens, na poesia, no cinema, nas artes plásticas, na literatura, na música, nos quadrinhos, no teatro, na dança. E elas abriram caminho para o que veio depois. O tempo todo nos surpreendemos com coisas incríveis daqueles anos, e não é difícil se deparar com gente de hoje narrando suas influências daquela época. Mainardi, sim, é uma tragédia no século XXI.
Mas Átila, sendo o Diogo tudo isto, como não adorar ele?
“os e-books são a lady gaga da literatura”
só consigo sentir amor por uma pessoa que fala uma asneira dessas.