Estúdio Coca-Cola Zero Porto Alegre

10.Jun.2008 @ 9:08 am
Arquivado em Música

Domingo fui prestigiar o Estúdio Coca-Cola Zero Porto Alegre, evento musical com a participação das bandas Cachorro Grande e Skank. A proposta do show era bem interessante. Primeiro tocava Cachorro Grande e depois Skank. No final, as duas bandas tocavam juntas. Como conheço o estilo de se vestir dos fãs da Cachorro Grande, fui vestido de Pato mod para poder passar despercebido.

I'm a mocker
-Are you a mod or a rocker?
-I’m a mocker.(1)

Em vez de falar detalhadamente dos shows, que talvez não interesse a quem não é fã de alguma das bandas, vou falar da infraestrutura do local escolhido para o show. O Teatro do Bourbon Country foi uma escolha mais do que acertada. A paltéia baixa foi transformada em pista, para que os fãs mais novo pudessem agitar à vontade. Como sou velho, optei pelo mezanino, pois a platéia alta já estava esgotado no momento em que meus ingressos foram comprados.

A iluminação esta muito boa, exceto pelos eventuais canhões de luz apontados para o meu rosto. O som foi o melhor que já ouvi num show ao vivo em Porto Alegre. Nem alto demais, nem baixo demais. Dava para, inclusive, distinguir cada instrumento tocado por ambas as bandas em suas perfomances.

Particularmente, não gosto da Cachorro Grande. Acho uma banda média/regular. Só aqui no Rio Grande do Sul dá para enumerar fácil 5 bandas melhores que eles em estúdio. Mas ao vivo os caras mandam muito bem. Nota 7.

O Skank, não tivesse tocado seus sucessos dos anos 90, teria feito um show perfeito. Eu gosto do Skank pós-Maquinarama, ou seja, de 2000 em diante, quando eles assumiram suas influências roqueiras sessentistas de vez. Nota 8.

Mas a melhor parte foi ver as duas bandas juntas no palco. No setlist haviam uma música do Skank, uma da Cachorro Grande, uma do Kinks e três dos Beatles: I Saw Her Standing There, Day Tripper e Helter Skelter, que pode ser conferida abaixo.


Link do video

Aliás, a produção do evento foi muito inteligente ao permitir que a platéia filmasse e fotografasse tudo o que quisesse. Este post só está saindo porque posso ilustrá-lo, com pelo menos, o vídeo acima. Isso é o que os publicitários chamam de user generated content.

Haverá outra edição dia 13 de julho, no OK Center, em Novo Hamburgo. Eu recomendaria a ida, se soubesse quais bandas participarão.

(1)Alguém pescou a referência? Sem usar o google, claro.

Meu primeiro disco

7.Jun.2008 @ 12:45 pm
Arquivado em Música, Nerd!

Copiei do Marco Aurélio, que copiou da Fer:

  1. O título desse verbete aleatório da Wikipedia será o nome da sua banda.
  2. As quatro últimas palavras da última frase dessa página de citações formarão o nome do seu disco.
  3. A terceira foto dessa página do Flickr será a capa do seu disco.

O resultado foi

Patent Troll - ...or unconscious at night

E o do vocês? Como ficou?

Crédito da foto

Faça a sua própria mixtape

4.Mi.2008 @ 9:52 am
Arquivado em Música

Depois de ler na Papo de Homem sobre as mixtapes do Ian Black (aqui) e da Rachel (aqui), decidi criar a minha própria no site Mixwit.

Mas como sempre, antes de apresentá-la para vocês, vou contar uma historinha.

Este fabuloso gosto musical que tenho se deve, basicamente, a músicas cantadas em inglês, especialmente as feitas no Reino Unido. Além disso, as músicas que escolhi para esta mixtape foram lançadas no melhor período da história da música. O período que teve a maior quantidade de boas bandas lançando discos excelentes por ano, o que mais hits gerou, o que mais inflencia o som feito hoje no mundo, o que mostrou que todos podem ter uma banda e que gravadoras independentes eram o futuro.

É óbvio que estou falando dos anos 90.

Como eu era pré-adolescente no estouro do grunge e adolescente durante o britpop, estes foram os sons que conheci enquanto formava meu gosto musical. É desta época a maioria das minhas músicas favoritas de todos os tempos. Minha fixação é tão grande que, por exemplo, apesar dos próprios Oasis renegarem Be Here Now mais, até hoje não admito que alguém fale mal do disco que mais esperei que chegasse às lojas em toda a minha vida.

Devido a todas estas lembranças, fiz uma mixtape que lembrasse esta época. Como sou mega criativo para bolar nomes, chamei-a de Anos 90.

Link para a mixtape.

E agora que vocês ouviram minha seleção, que tal fazerem a sua própria mixtape e compartilharem com o mundo? É fácil, grátis e não demora muito tempo.

Linkarei as melhores mixtapes que vocês fizerem neste post.

E antes que eu me esqueça: meus podcasts finalmente voltaram ao ar.