Este post é para meus leitores que sabem como termina o filme Anjos e Demônios.

O que não pude contar na outra resenha, sem spoilers foi o diálogo que se sucedeu no cinema entre mim e Mariane.
Antes do Langdon chegar à última Igreja e salvar o futuro Papa, eu comentei que filmes deste tipinho sempre têm um plot twist.
Com o final chegando, eis que tudo indicava que eu estava errado: Obi-Wan Kenobi Ewan McGregor não parecia ter sucumbido ao lado negro da força à cobiça, inclusive arriscando a vida para salvar o Vaticano.
Não preciso comentar que eu era devidamente zoado, por ter tentado adivinhar o final do filme e ter, até aquele momento, me estrepado.
Com a situação no pé em que estava, chutei o balde. Com o aprendiz de Lorde Sith ainda vivo, tudo estava pronto para que ele assumisse como Papa, que é o que ele desejava desde o início da projeção. E digo mais: a chave que o chefe malvadão da Guarda Suíça entregou pro Langdon é o que vai resolver todo o mistério.
E não é que eu estava absolutament certo? Anjos e Demônios é O Código da Vinci com uma motivação diferente, mas os mesmos estereótipos de personagens estão lá.
Não que isto seja ruim: é justamente o que fãs de Mr. Brown gostariam de assistir. Um trama “inteligente”, mas que deixa pistas suficientes para que o espectador “desvende” o mistério “por si mesmo”.
Mesmo que a estrutura do mistério de O Código da Vinci e de Anjos e Demônios seja exatamente a mesma.
Cotação: ★★★☆☆
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3 comentários Comentários e trackbacks estão fechados no momento.
Isso que Anjos e Demônios vem antes de Código da Vinci e o filme veio depois.
Agora, pegue a mesma história, troca o Langdom por uma gostosa que é formada com honras em matemática, troca o vilão por um bando de nerds japoneses e joga o cenário na NSA. Você tem Fortaleza Digital!
Dan Brown não tem um estilo de escrever, tem uma receita de escrever. Que nem o gerador de lero-lero, saca? Só que sai livros inteiros.
Experimente ler “Fortaleza Digital”, também do Dan Brown. Pegue a receita do Código e do Anjos e Demônios, mude o cenário e voilà: teremos a nova aventura de Robert Langdom.
Eu li os três livros e achei “divertidos”, assim como os filmes. Mas eu trocaria facilmente por um episódio inédito dos Simpsons.
Pior que o livro é menos ruim que o filme.
O filme consegiu pegar um livro fraco e previsível e cortar as partes boas.
Incrível.
Esse filme só serviu para mostrar que a peruca do Tom Hanks resiste à um banho de piscina.