Página 216 do livro A Janela de Euclides, do Leonard Mlodinow, o mesmo autor de O Andar do Bêbado.
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6 comentários Comentários e trackbacks estão fechados no momento.
isso aí, a matemática não presta pra nada no mundo real, quem trabalha com ela é descocupado OH WAIT.
Marcus, certo dia estava zapeando pela internet e ao pesquisar informações sobre Leonard Mlodinow e o livro “Andar do Bêbado” me deparei com seu blog, me tornando um leitor assíduo e desde então. O que você está achando sobre o “Janela de Euclides”? Ele está no topo da minha lista de livros a comprar.
Abraço
não gosto muito da teoria das cordas. a melhor coisa que podia acontecer era nunca se descobrir o bosão de higgs – porque ele não existiria.
@Gustavo
O livro é bem bom (já terminei de ler), apesar de eu já conhecer 3/5 do livro. Mas foi bom pra relembrar algumas coisas da história da geometria e, principalmente, saber um pouco melhor o que são supercordas e branas.
Valeu! Gosto muito destes livros de divulgação científica e depois de ler o Arco-Íris de Feynman fiquei fã do Mlodinow. Também vi no blog que você leu o Breve História de Quase Tudo, coincidentemente também li e achei bom, embora um pouco sensacionalista em alguns momentos. Se permite uma sugestão sobre cordas e branas leia Brian Greene, O Universo Elegante, existe também o filme (documentário) homônimo, produzido e exibido pela PBS aí nos EUA, onde o próprio Greene é o narrador. Como estou no lado de cá do equador com uma pequena caça consegui baixá-lo na internet.
Abraço
Nossa, quando li o trecho lembrei de ‘O andar do bebado’ que li a pouco tempo a traz.
Parece que essa outra obra parece legal também.
O Mlodinow é um ótimo autor.