Se eu tivesse que escolher um trecho de Borges para relembrar por toda a vida, até depois daquele velho alemão que pode vir a me visitar futuramente, seria
Chuang Tzu que sonhou que era uma borboleta e que não sabia, ao acordar, se era um homem que sonhara ser uma borboleta ou uma borboleta que agora sonhava ser um homem.
Rigor, profundidade, clareza, concisão, pureza, leveza e melancolia.
Havia outro tanto de texto neste post, mas depois de reler achei desnecessário.
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