O lance foi o seguinte: eu ganhei bastante peso no segundo semestre de 2005. Uma parte devido à musculação e outra parte devido à minha alimentação. Eu tava comendo demais. E errado.
Aí começou 2006 e a seqüência de formaturas. Eu tinha 3 para ir. Como eu tinha vários ternos em casa, nem me preocupei com a roupa. Aí veio minha mãe dizendo que eu já não usava mais calça tamanho 36 e que aqueles trajes não serviriam em mim. Fui experimentar e realmente não serviram.
Então fui até uma loja comprar um novo. Levei minha mãe junto, pois é sempre bom ter uma opinião feminina. Enquanto estávamos lá, ela olhou um tailleur que achou muito bonito, mas não comprou, pois a loja é predominantemente masculina e só faz trajes femininos por encomenda.
Aí chegamos em casa e começamos a discutir. Ela queria vendermeus trajes que já não serviam. Eu tenho um apego muito forte às minhas coisas, sejam elas minha coleção completa de CDs dos Beatles ou aquele livro do Thomas Mann que eu nunca consigo terminar de ler.
Era então fim de dezembro do ano passado e eu disse que conseguiria emegrecer 5kg até o início de março. Ela duvidou. Me pesei na balança do banheiro e chamei ela pra ver o resultado. 75kg.
Combinamos assim: se eu não conseguisse pesar 70kg ou menos em algum dos dias anteriores a 1º de março, eu daria este tailleur pra ela. Se eu conseguisse baixar de ou atingir 70kg, ela me daria mercadorias da loja no valor de um tailleur.
Desde este dia cortei os carboidratos à noite, comecei a correr três vezes por semana e passei a jogar tênis.
E na segunda-feira, 20 de fevereiro, acordei, me pesei e o resultado foi 70 kg. Ganhei a aposta e, em breve, vou comprar mais umas roupas sociais pra mim.
Roupas que desta vez eu espero que continuem servindo.
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5 comentários Comentários e trackbacks estão fechados no momento.
:roll: Quem dera que meu problema fosse perder 5 kg…
:mad: Me revolta um pouco saber que só descobri por que não perdia peso aos 40 kg acima. Ok, agora “só” faltam vinte e poucos.
:wink: “Eu tenho um apego muito forte às minhas coisas”. Você usou as palavras que meu marido usa. Só acho que o caso dele é doença mesmo. Só pode! Ele não se desfaz de naaaaaaaaaaada! Nunca vi coisa igual. Ele ainda tem numa gaveta lembranças da época de quase piloto (EPCAR e AFA)
Nesse ponto eu sou mais “fria”. Quando me vi obrigada a abandonar o magistério, não pensei duas vezes: doei tuuuuuuuuudo. Só fiquei com as cartinhas que os alunos escreviam. Mas essas eu até evito de ler porque choro sempre.
Tá logo… o marcus tá cada dia mais metrossexual… tsc tsc tsc.
Putz… “tá logo” foi foda!!!
Era pra ser “tá loco”.
eu nao jogo nada fora, nem mesmo papeis velhos. odeio, penso que tudo é parte do que fui (do que sou).
esta merda de engordar. eu tenho tendencia e atualmente estou bem, acho. ou pelo menos espero. ja fui mais rechonchuda, mas foda-se, sempre que eu decido emagrecer nao consigo, e quando eu desencano falam que eu emagreço.
é bizarro.
Eu particularmente acho que as cariocas não estão com essa bola toda não. Estão preocupadas demais com o corpo e esquecendo do cérebro/caráter. Parece papo de mulher invejosa, mas não… Aqui tem mulher bonita (homem tb), mas não é tanto quanto diz a propaganda.
Quantas super modelos cariocas você vê?
Quanto ao Kraftwerk, não é só gostar das músicas e reconhecer a qualidade do som, esta música que citei no post me faz viajar no tempo… Me leva de volta aos mais felizes anos da minha vida (17 aos 20). Foi uma vizinha, que acabou se tornando minha melhor amiga, que me mostrou um LP (vinil) deles onde tinha essa música. Ela morava numa casa em frente ao prédio onde eu morava…. Ficávamos conversando durante horas ao som deste LP.
Radioactivity é música pra lembrar daquela época e começar bem o dia…
Cheguei a conseguir baixar o álbum em mp3, mas ainda não o encontrei nos CDs e DVDs de backup…