Promoção de aniversário

Só agora me dei conta: mês que vem este blog vai fazer cinco anos. Bem, não este blog especificamente: vai fazer cinco anos que blogo. Mesmo que a fase grandeabobora.com tenha pouco mais de dois anos, eu considero que meu blog vai completar meia década.

Pensando nisso, bolei uma promoção. Vou dar dois livros de presente por aqui. Mas não são dois livros quaisquer não. São os dois melhores livros da história do universo.

O primeiro é o Guia do Mochileiro das Galáxias, do Douglas Adams. Umas poucas semanas atrás eu li meu exemplar novamente e constatei que é o livro mais engraçado de todos os tempos. Sério mesmo. A quantidade de piadas engraçadas presente nele é absurdamente gigantasticamente totalmente enorme. Ou algo próximo disso.

O segundo é Ficções, do Jorge Luis Borges. Eu considero este livro a pedra fundamental de todo o realismo fantástico da literatura latino-americana da segunda metade do século XX. E apesar de parecer algo pomposo e intelectual demais (aka chato), é um livro delicioso de se ler. Para quem nunca leu Borges, dá para se dizer que ler um texto escrito por ele é como ser uma criança e ouvir um adulto falar. A erudição e as boas idéias que ele consegue colocar no papel, sempre de modo conciso e muito elegante, valem cada página da obra.

Mas como fazer para participar? Muito simples.

Vão até o blog de vocês e escrevam um post contando o maior mico que vocês pagaram ou a maior roubada na qual se meteram, pois este blog é, acimo de tudo, uma relato um pouco aumentado da minha própria vida. Pode ter sido algo na escola, na praia, numa viagem, no trabalho, numa festa, não importa. Façam um link para este post e mandem um pingback, trackback ou comentem por aqui para me avisar da sua participação. Avisos por email não serão considerados válidos. A melhor história, escolhida por um júri formado por mim, eu mesmo e Irene, vai receber os dois livros no conforto de sua casa.

Vou mandar todas as histórias para Renée Zellweger analisar
Vou mandar todas as histórias para Renée Zellweger analisar

“Mas marcus, eu não sei escrever direito.”

Não tema, pequeno gafanhoto. Os sem-talento também terão vez. Eu sortearei outro kit com os dois livros para um participante aleatório. Todos que se responderem à promoção irão concorrer neste sorteio com o número de seu comentário no post. Quem comentar ou trackbackear mais de uma vez concorrerá com o primeiro número registrado.

“Mas marcus, eu já tenho um ou dois livros desta lista.”

Então, caso tu ganhe, eu vou entrar em contato contigo para negociarmos teu prêmio. Outro(s) livro(s), claro. Vale até o livro do Kajuru.

“Mas marcus, eu moro no Canadá ou em Portugal. Posso participar também?”

Claro que pode. Caso tu ganhe, passa aqui em casa que eu te entrego o livro em mãos.

A promoção aceita participações até às 23:59 do dia 2 de junho de 2008. O resultado sai no início da tarde do dia 3 de junho.

Corre lá.

Agora.

Leia também:
  • Aniversário do Google
  • Zooooooooombies!!!1!!!!!1!!1
  • Feliz Aniversário
  • Em agosto me mudarei para o nordeste

    Ou enquanto meus olhos procuram por discos voadores no céu.

    No segundo semestre de 2008 vou me mudar para o nordeste, para um estado que começa com a letra P.

    Acho que todos sabem que eu odeio calor. Detesto aqueles dias em que fico suado só por respirar. Gosto do frio, de roupas compridas, de poder pensar direito sem precisa de um ar condicionado de 10 milhões de BTUs ligado só para deixar o ar menos pesado para ser respirado.

    Mas durante minha vida inteira, descontando veraneios e períodos de férias, morei no mesmo lugar. Nestes 28 anos foram cinco residências diferentes, é verdade, mas todas dentro de um raio de poucos metros.

    Minha vizinhança
    Os lugares em que morei, em ordem cronológica

    Notem na imagem acima as casas (1, 2) e prédios onde morei (3, 4, 5), todos muito próximos entre si. Aliás, a segunda casa em que morei sequer existe mais. Foi demolida e uma loja de peças automotivas foi erguida em seu lugar.

    Mas voltando ao assunto, o estado para o qual vou me mudar fica no nordeste, começa com a letra P e a segunda letra é um E.

    Mas voltando ao calor, só os gaúchos sabem o que é o calor senegalês do verão de Porto Alegre. E só os leopoldenses sabem o que é o calor venusiano de São Leopoldo. A única diferença entre São Leopoldo e o inferno é o número de pecadores: São Leopoldo tem muitos mais.

    Mas se odeio tanto assim o calor, porque vou me mudar para o nordeste? Elementar, pequenos gafanhotos:

    Pennsylvania
    Pennsylvania

    Vou me mudar para a Pennsylvania, nordeste dos Estados Unidos, um lugar frio, com temperatura média entre 15ºC e 27ºC no mês de agosto, o mais quente do verão. Por quê? Duas semanas atrás recebi um email da Fulbright notificando minha aprovação no Graduate Program in Statistics da Penn State University.

    Pennsylvania
    Go Panthers Lions

    Mais especificamente, vou estudar no campus de State College, uma cidadezinha de 38720 habitantes, 76,1% deles solteiros (\o/), no meio da Pennsylvania.

    Porque a Pennsylvania? Porque é bem longe da California, terra de gente maluca e mal educada (e não falo de vocês, Guilherme e Taiane). Além disso, eu havia me candidatado em cinco universidades: Ohio State, Washington State, North Carolina at Chapel Hill, Gremista Colorado State e Pennsylvania State. As duas primeiras me acharam chato, bobo, feio e burro rejeitaram, enquanto as três últimas me aceitaram. Entre Gremista Colorado, North Carolina e Pennsylvannia, optei pelo programa da Penn State. Além disso, o clima na Pennsylvannia parece mais agradável (leia-se frio), além de ser no meio do caminho entre Detroit e Nova York (\o/2).

    Distância entre Detroit e Nova York
    Estarei a apenas 464km de Detroit e 325km de Nova York

    Ainda não sei o que é mais interessante nesta história: voltar como um profissional muito fodaço em Estatística, ser fluente em pelo menos duas línguas, conhecer gente do mundo inteiro, ter a possibilidade de assistir um show dos White Stripes em Detroit e outro dos Strokes em Nova York (suas cidades natais) ou poder comprar gadgets por preços módicos. Só sei que vai ser, no mínimo, divertido.

    A única maneira de eu não ir para lá é não terminando meu Mestrado até 21 de julho ou não ganhando meu visto. Como não tenho lá muita cara de árabe terrorista, creio que bastará me dedicar ao meu atual curso para poder desfrutar desta grande chance.

    Assim, já declaro abertos os projetos Coachella 2010 e South by Southwest 2011.

    Não percam os próximos episódios desta emocionante saga, intitulados Como Conseguir uma Bolsa Fulbright por Acaso, Um Maluco no TOEFL e Um GRE da Pesada.

    PS: agora é a hora de vocês entrarem nos comentários e me darem os parabéns, bando de mal-educados.

    PS2: parece que as condições de trabalho no Canadá são ótimas. Quem sabe no futuro eu ainda volto para o Hemisfério Norte, já que a bolsa que ganhei exige que eu permaneça por dois anos no Brasil após o término deste curso?

    PS3: vou comprar assim que chegar nos US and A.

    Leia também:
  • Trecho de música da semana
  • Dono de casa desesperado
  • Here I go again
  • Matemática o caralho!
  • Ego
  • Dia Fale Como o Yoda

    Ok, ok, seus nerds malditos. Daqui a exatamente duas semanas, no dia 21 de maio de 2008, ocorrerá o terceiro Talk Like Yoda Day.

    “Mas marcus, o que é isto?”

    É simples, meu pequeno padawan. No Talk Like Yoda Day, assim como no Talk Like a Pirate Day, nerds do mundo inteiro pessoas com um gosto muito peculiar para filmes decidem que vão falar (dã) como o Yoda.

    Mas porque dia 21 de maio?

    Tu é muito noob mesmo, hein? Em 21 de maio de 1980 foi lançado nos cinemas dos US and A O Império Contra-Ataca, o melhor filme da trilogia(1) de Guerra nas Estrelas e o primeiro no qual Yoda aparece.

    Mas falar como o Yoda pela internet vai ser meio complicado.

    Por isso, escrever um post como o Yoda em seu blog eu proponho. Se blog Yoda tivesse, desta forma escreveria ele.

    Então te mobiliza aí! Daqui a duas semanas tu vai ter que postar algo, sobre qualquer assunto, mas escrito como o Yoda escreveria. Tem até um bannerzinho, cedido pelo Leite de Vaca, para ajudar na divulgação:

    Dia Fale como o Yoda

    Vai dizer: isto é ou não é a coisa mais divertida que já apareceu na internet desde seu surgimento em 1942?

    (1)Sim, só há uma trilogia. Aquilo que lançaram de 1999 em diante é uma perturbação na força. Midi-chlorians… Humpf!

    Leia também:
  • Campinas, São Paulo, Hopi Hari, Liberdade, Galeria do Rock e outras coisas interessantes
  • Projeto Vórtice
  • Conversas de MSN
  • Faça a sua própria mixtape
  • Por favor, levem a internet a sério
  • Desafio Activia

    Meu, não entendo o Desafio Activia.

    Tipos que tu tem prisão de ventre, certo? Aí tem que tomar o iogurte por 15 dias. Como ele tem o bacilo DanRegularis (que atualmente superou o bacilo Casei Shirota em popularidade entre os membros da flora intestinal) tu vai conseguir cagar direitinho depois deste prazo.

    Se não conseguir, a Danone devolve teu dinheiro.

    Mas aí pintaram duas dúvidas.

    O preço sugerido para o produto é R$0,79. Quem vai se prestar a guardar 15 embalagens de iogurte para retirar R$11,85? E o pior: como será a carta que tu envia para a Danone? “Venho por meio desta informar que consumi o produto referido durante 15 dias e minha defecação não estabilizou-se conforme anunciado”. Dizem que quem faz isso ganha R$11,85 mais um certificado de cara-de-pau.

    Agora, supondo que a pessoa envie tudo direitinho de volta para a Danone, fica tudo por isso mesmo? Não se importam se teu problema intestinal é severo ou não? Eu até imagino a carta-resposta: “A Danone agradece seu contato e vai estar retornando seu dinheiro em breve. Como o produto não funcionou com você, vamos estar esperando que você acumule bosta para sempre e exploda em um cogumelo atômico de peido e merda”.

    Eu nunca me prestaria a fazer algo assim. Se eu não cagasse, até compraria o iogurte para ver qual é a dele, e na hipótese de que não funcionasse, eu não pediria meu dinheiro de volta. Sei lá… Vai que eles ficam com teu endereço e te marcam como… como… Ah, não sei. Eu tenho medo de grandes empresas desde que eu descobri que os hambúrgeres do McDonald’s são feitos com carne de minhoca.

    Leia também:
  • Valentine’s Day
  • MEME: diga o que vier a cabeça
  • Me ajudem a divulgar o blog
  • Metrossexuais de novo
  • Hoje é o dia internacional do livro
  • Faça a sua própria mixtape

    Depois de ler na Papo de Homem sobre as mixtapes do Ian Black (aqui) e da Rachel (aqui), decidi criar a minha própria no site Mixwit.

    Mas como sempre, antes de apresentá-la para vocês, vou contar uma historinha.

    Este fabuloso gosto musical que tenho se deve, basicamente, a músicas cantadas em inglês, especialmente as feitas no Reino Unido. Além disso, as músicas que escolhi para esta mixtape foram lançadas no melhor período da história da música. O período que teve a maior quantidade de boas bandas lançando discos excelentes por ano, o que mais hits gerou, o que mais inflencia o som feito hoje no mundo, o que mostrou que todos podem ter uma banda e que gravadoras independentes eram o futuro.

    É óbvio que estou falando dos anos 90.

    Como eu era pré-adolescente no estouro do grunge e adolescente durante o britpop, estes foram os sons que conheci enquanto formava meu gosto musical. É desta época a maioria das minhas músicas favoritas de todos os tempos. Minha fixação é tão grande que, por exemplo, apesar dos próprios Oasis renegarem Be Here Now mais, até hoje não admito que alguém fale mal do disco que mais esperei que chegasse às lojas em toda a minha vida.

    Devido a todas estas lembranças, fiz uma mixtape que lembrasse esta época. Como sou mega criativo para bolar nomes, chamei-a de Anos 90.

    Link para a mixtape.

    E agora que vocês ouviram minha seleção, que tal fazerem a sua própria mixtape e compartilharem com o mundo? É fácil, grátis e não demora muito tempo.

    Linkarei as melhores mixtapes que vocês fizerem neste post.

    E antes que eu me esqueça: meus podcasts finalmente voltaram ao ar.

    Leia também:
  • Deus criou o mundo com o MS-DOS
  • Hero-O-Matic: faça seu próprio super-herói
  • Enfim, o primeiro post
  • Promoção de aniversário
  • No sábado,
  • O REAL motivo pelo qual Alexandre Nardoni deixou Isabella cair da janela

    Ainda sobre o caso Isabella Nardoni.

    Após meus comentários sobre o que o pai da menina realmente deveria ter feito nas horas subseqüentes ao crime, Investigando mais profundamente, cheguei a uma conclusão surpreendente, e aposto que a polícia ainda não considerou esta hipótese.

    Alexandre Nardoni é um recém-convertido ao hinduísmo. A prova disso é o ritual de mais de 500 anos que ele tentou realizar com sua filha e que infelizmente não foi bem sucedido.


    Link para o vídeo

    No estado de Maharashtra, os orgulhosos pais hindus e muçulmanos sobem ao topo de uma torre islâmica de mais de 15 metros de altura e soltam seus bebês do topo, deixando-os cair em cima de um lençol branco esticado em sua base e seguro por outras pessoas.

    Os moradores do local afirmam que, em mais de cinco séculos, ainda não houve sequer um acidente com as crianças. Os pais que fazem este ritual acreditam que este ato é capaz de fazer com que seus filhos cresçam fortes e saudáveis.

    No caso da família Nardoni, Isabella apenas teve o infeliz azar de seu pai ter esquecido de esticar o lençol na base do edifício London. Até a altura (sexto andar) estava correta.

    Ok, ela já era um pouco mais velha do que as crianças que aparecem no vídeo, mas fé é fé, não é mesmo?

    Com informações da Fox News.

    Leia também:
  • O caso Isabella Nardoni
  • Contato
  • Tropa de Elite: blogs de policiais militares
  • Power of Schmooze
  • Como estão os blogs por aí?
  • O caso Isabella Nardoni

    Em 29 de março de 2008 a garota Isabella Nardoni, de apenas cinco anos de idade, caiu do sexto andar do prédio onde morava, jogada pela janela de um quarto. Até agora, os principais suspeitos de terem cometido o crime são seu pai, Alexandre Nardoni, e sua madrasta, Anna Carolina Peixoto Jatobá.

    Desde 29 de março de 2008 todos os jornais estão noticiando incessantemente o caso. No último domingo, a Record News chegou ao cúmulo de transmitir ao vivo de TODA a reconstituição do crime.

    Daqui de fora, no fim do fundo da América do Sul, vendo toda a agitação da mídia em torno do caso, pensando no absurdo que é uma menina tão jovem ser jogada da janela de um prédio, minha cabeça só consegue pensar em uma frase:

    Faltou profissionalismo.

    Cães de Aluguel e o profissionalismo
    Vocês são negros ou profissionais?

    Pensem comigo. Ao que tudo indica, Anna Carolina tentou esganar Isabella. Alexandre, ao ver a filha desacordada, imaginou que ela estava morta. Com uma faca e uma tesoura, ele teria cortado a rede de proteção de uma das janelas do apartamento e lançado a menina do sexto andar.

    Neste ponto ocorreu o amadorismo.

    Alguém profissional como eu (entenda-se por profissional uma pessoa que é fã de Dexter, Hannibal Lecter e Armin Meiwes - joga no Google), se estivesse no lugar de Alexandre, teria feito diferente. Supondo que a menina tivesse morrido após o estrangulamento realizado pela madrasta, eu levaria ela ao meu quarto, para que “dormisse” com os pais.

    No dia seguinte, bem cedo pela manhã, mandaria minha mulher levar seus filhos, que estavam no apartamento conosco, para visitarem a casa dos avós. Na volta da casa de seus pais, Anna deveria passar em um supermercado, que não costumava freqüentar, vestida de maneira diferente do habitual. Se costumasse usar calças, deveria ir de vestido. Se costumasse usar vestidos, deveria ir de calças. Em ambos os casos, de lenço na cabeça e óculos escuros. No mercado compraria pão, leite, margarina, refrigerante, frios, carne, produtos de limpeza, sacos de lixo, luvas de borracha e duas facas.

    Em seguida, eu desceria com Isabella no colo, com sua cabeça apoiada em meu ombro, de modo que os porteiros e demais moradores vissem-me com a menina dormindo.

    -(falando baixo, para não acordar Isabella) Bom dia senhor Seixas.

    -Bom dia senhor Nardoni. Como vai?

    -Vou bem, obrigado. E o senhor, senhor Seixas?

    -Vou levando… Saindo com a pequena?

    -Sim. Sairemos ela, Anna e eu. Vamos passar o dia na praia, aproveitando este domingo de sol (de folga, whatever) com a família.

    -Que ótimo senhor Nardoni. Bom divertimento.

    -Muito obrigado senhor Seixas. Mande lembranças minhas para sua esposa.

    -Pode deixar.

    Nisso eu pegaria o carro e iria encontrar-me com Anna, em um local pré-estabelecido (combinar coisas assim por telefone deixa rastros). Ao encontrá-la, iríamos os três à praia de fato, procurando passar por pelo menos um posto de pedágio. Isabella iria no banco de trás, “dormindo”.

    Ao chegar no litoral, procuraríamos uma praia deserta. Estacionaríamos o carro. Forraríamos a areia próxima ao carro com sacos de lixo cortados. Esquartejaríamos a garota, colocando cada pedaço do corpo em um saco diferente. Os sacos sujos de sangue, juntamente com os com os pedaços da menina e os sacos que sobraram, seriam recolhidos e incinerados.

    Ou jogados em alto-mar, caso eu dispusesse de um barco.

    As facas compradas pela manhã e utilizadas para que Isabella ficasse melhor acomodada nos sacos plásticos seriam lavadas no mar, para que os sinais mais evidentes de sangue desaparecessem. Depois seriam quebradas e jogadas em lixeiras diferentes, se possível fora do provável caminho que faríamos de carro.

    Depois almoçaríamos sanduíches.

    Para a polícia, diríamos que estávamos na praia, comemos sanduíches, bebemos refrigerante e pegamos no sono. Quando acordamos, Isabella não estava mais conosco. Procuramos em vão e agora precisamos que, por favor, a polícia nos ajude a encontrar nossa mui amada filha.

    Para a mãe, eu pediria que me perdoasse, pois foi um descuido de instantes.

    Antes ser acusado de negligência do que de homicídio doloso.

    Leia também:
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